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Como implementar uma gestão orientada a resultados

Em um mundo em que a exigência pela velocidade nas entregas vem pressionando as empresas a gerarem valor a sua equipe e a seus clientes, cada vez mais as organizações buscam maneiras de inovar seus métodos e processos.    Por isso, muitas delas têm adotado ações para mudar seu modelo de gestão tradicional em que o foco está nos processos, para uma gestão orientada a resultados.   Imagine uma empresa em que seus processos são muito bem definidos e que dia após dia a equipe se esforça para manter o funcionamento do negócio, porém percebe-se que há anos a empresa se encontra na mesma posição sem um destino claro.   Seria possível encontrar um modelo de gestão que seja capaz de trazer uma perspectiva de crescimento ao meu negócio? Através deste artigo, você entenderá o que é uma gestão orientada a resultados, as suas principais características e como implementar esse modelo na sua empresa.   O que é gestão orientada a resultados? A gestão orientada a resultados é um modelo da administração de negócios capaz de ajudar na obtenção de metas tangíveis, no aumento na capacidade produtiva e ainda gerar maior nível de engajamento e retenção aos seus colaboradores. Conhecido também pelos termos em inglês “Management by Objectives (MBO) ou Management by Results (MBR)”, o modelo teve origem em meados de 1950, na obra “The Practice of Management”, de Peter Drucker, considerado o “pai da administração moderna”. Nesse modelo, o foco está nos resultados a serem alcançados.    É evidente que os processos são importantes, pois sem eles não há produção, mas somente eles existem limitações. Diante disso, é necessário que haja processos diários bem definidos e que sejam respeitados, porém, não enrijecidos; que sejam delegadas responsabilidades e não somente tarefas, e, sobretudo, que haja um resultado tangível de igual valor a todos. Em outras palavras, um ambiente menos hierárquico e mais democrático. É claro, que dessa forma o grupo precisa estar comprometido e entender que cada objetivo alcançado, ou não, é de todos.   O mundo mudou e cada vez mais as empresas precisam acompanhar as evoluções sociais, a fim de inovar seus métodos e processos e assim, conseguir gerar vendas a seu negócio.    Desta forma, é importante que as empresas, constantemente, foquem na cultura do (Re): Reaprender, Refletir, Replanejar e Refazer. Percebemos também, que as relações de trabalho entre empregado-empregador estão mudando e cada vez mais os colaboradores querem se sentir importantes em suas atividades e terem clareza sobre os impactos que suas funções causam na produção final.   Portanto, uma reestruturação no modelo de gestão pode ser a solução do seu problema em alcançar resultados e a satisfação dos seus clientes e colaboradores.   Características da gestão orientada a resultados Para que entendamos mais sobre a gestão por resultados, separamos algumas características e vantagens que esse modelo proporciona ao cotidiano da empresa:   A responsabilidade por alcançar objetivos ou não, é de todos; A liderança é mais participativa; Ênfase nos resultados e não nos procedimentos; Todos os setores da empresa andam juntos e estão interligados, para que seja possível obter os resultados desejados, cada qual contribuindo com suas tarefas; A empresa toda trabalha junto; O processo não deve ser imposto; Retenção de talentos (Colaboradores motivados e engajados); Facilidade na tomada de decisões; Comunicação transparente; Elevado nível de melhora na produtividade. Perceba que as vantagens para a aplicação desse modelo são muitas, e todas colaboram em prol de um objetivo em comum. É evidente que a liderança tem um papel importantíssimo, pois é a partir de uma comunicação transparente sobre as ações que são tomadas diariamente e a visão de futuro da empresa, que se cria uma cultura de pertencimento dos colaboradores e a relevância sobre cada uma de suas ações.   Diferença do modelo de gestão tradicional para o de resultados Entendemos que a principal diferença da gestão orientada para resultados está no foco em objetivos, enquanto o modelo tradicional é orientado para gestão de procedimentos. Na prática, nenhuma das duas está errada. A questão é que a gestão tradicional se ocupa de tarefas e fluxos de trabalho e acreditam que os resultados virão quando estiverem bem desenvolvidos.    Já a gestão orientada a resultados tende a abrir espaços para contribuições, promovendo muito antes uma visão de “onde” a empresa quer chegar para depois se aplicar o “como chegar”. Nesse contexto de gestão por resultados, a tecnologia passa a desempenhar um papel importante na organização e automação das atividades, fazendo com que tudo flua de uma forma ordenada. Os processos continuam, portanto, sendo muito importantes.   Papel dos líderes na orientação para resultados O papel do líder está ligado a mostrar aos colaboradores como os processos são organizados e o porquê de cada um se atentar às suas funções. Isso garante o sucesso do empreendimento.    São os líderes que precisam mostrar aos membros da equipe como são os processos e como cada atividade precisa ser executada. Além disso, é função do gestor transmitir a ideia de que cada pessoa integrada ao projeto significa um “parceiro” na jornada e não apenas um funcionário.   Mas, como orientar esses parceiros de maneira que tragam resultados para a empresa? Para ajudar nesse processo, o líder precisa ter em sua mente todos os processos com clareza e confiança, assim, a orientação para resultados será feita de maneira e eficaz. Se você é líder e quer aplicar esse modelo para sua empresa, procure refletir sobre as seguintes perguntas:   Quais resultados esperam de mim no trabalho? Quais resultados espero de cada um dos membros da minha equipe? Quais resultados eu posso esperar dos meus fornecedores e colegas gestores? Foi feito algum acordo sobre esses resultados com as partes envolvidas? As respostas para estas perguntas serão primordiais para que o interesse de resultados seja feito de modo eficiente. Ao repassar quais são as perspectivas da empresa para o grupo, lembre-se de utilizar uma linguagem precisa e clara. A comunicação faz muita diferença neste processo.   Porque a gestão orientada a

4 passos para construir uma Matriz SWOT e tomar boas decisões

Matriz SWOT é uma ferramenta que analisa as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças de uma empresa, ou de uma situação específica vivida dentro da empresa. Dentro dessa matriz são analisados fatores tanto externos quanto internos. Saiba como montar a sua Matriz SWOT e aplicá-la na tomada de decisão do seu negócio.   O que é Matriz SWOT? A Matriz SWOT é uma ferramenta, que quer dizer:   S – Stregths, as forças; W – Weakenesses, as fraquezas; O – Opportunities, as oportunidades; T – Threats, as ameaças.   No Brasil, a matriz também ficou conhecida como FOFA. E nada mais é do que uma ferramenta capaz de realizar uma análise profunda da sua empresa ou de uma situação específica, com o objetivo de auxiliar na tomada de decisão.   O diagnóstico da Matriz SWOT combina fatores externos, considerando as oportunidades e ameaças, e fatores internos, forças e fraquezas. Logo, com uma análise minuciosa e estratégica, você é capaz de identificar e prever as ameaças e situações negativas, se firmando nas oportunidades e forças do seu negócio.   É mais comum que a Matriz SWOT seja aplicada em empresas, todavia ela é muito assertiva e ampla, podendo ser aplicada também na sua vida e decisões pessoais.   Como construir uma Matriz SWOT? Alguns passos podem te ajudar a construir a sua Matriz SWOT para auxiliar na tomada de decisão.   1. Defina os objetivos Antes de todo e qualquer planejamento é preciso ter objetivos claros definidos. Na construção da Matriz SWOT também é assim. Antes de pensar nos itens que compõem a matriz é preciso que você tenha claro qual o objetivo a ser atingido com a aplicação dela.   2. Olhe para dentro Com os objetivos definidos é hora de olhar para dentro do seu negócio. Quais são as forças e fraquezas dele? Pense como se fossem pontos fortes e pontos fracos. Nas forças, pense em tudo o que seu negócio já é, mas também em todas as ferramentas e recursos que tem disponível para ir mais longe. Sabendo quais os seus recursos, você consegue identificar o que pode oferecer e quais resultados podem ser atingidos.   Nas fraquezas, é hora de olhar para dentro da empresa com sinceridade e identificar o que precisa ser melhorado. Reconheça as falhas e tudo o que pode prejudicar nas decisões a serem tomadas, dentro das variáveis que estão dentro do seu controle.   3. Olhe para fora Dessa forma, agora é hora de olhar para o ambiente externo da sua empresa. Enxergue as oportunidades, tudo o que pode melhorar o seu negócio dentro do cenário da sua tomada de decisão. Também pare e olhe para as ameaças.   Dentro do seu negócio estão muitas oportunidades, mas também estão ameaças que podem não estar no alcance do seu controle. Tenha um olhar analítico para os fatores externos que envolvem o cenário estudado na sua matriz e, identifique as ameaças possíveis. Assim, você conseguirá se antecipar aos revezes que poderão surgir.    4. Faça a análise da sua Matriz SWOT De posse de todas as informações relacionadas a forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, é hora de analisar. Agora você já é capaz de enxergar as informações que englobam o cenário da decisão a ser tomada.   Com pontos positivos e negativos em mãos, com maior clareza de todas as possibilidades você será capaz de refletir para uma tomada de decisão mais segura. Para uma melhor visualização, você pode usar a estrutura padrão da Matriz SWOT, separada por quadrantes. Ainda para te ajudar a ter clareza na tomada de decisão, coloque notas de prioridade em cada ponto abordado, seguindo um critério que faça sentido para você e seu negócio. Por fim, defina uma classificação de 1 a 5, onde 5 é excelente e 1 fraco.   Faça uma conta simples de multiplicação entre a sua nota de prioridade e a nota de classificação. Assim você obterá um coeficiente sobre o item, te permitindo uma visão macro da situação e um direcionamento para onde colocar os seus esforços e atenção.   Utilizando a Matriz SWOT na rotina do seu negócio, te dá uma visão clara sobre o que você tem e o que falta. Ainda, consegue identificar se uma ideia é viável ou no momento pode ser mais uma ameaça do que uma oportunidade. De posse da análise da sua matriz, você caminha com confiança, levando o seu negócio a crescer. Com consciência de quais são as forças do seu negócio, você terá segurança  para lutar contra as adversidades e situações de imprevistos.

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